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2026-03-04

Por +Factos

Peso do Estreito de Ormuz no comércio mundial de petróleo e gás natural e os seus principais destinos

Mais de um quinto do comércio mundial de petróleo (crude) e gás natural liquefeito (LNG) passa pelo Estreito de Ormuz. No primeiro trimestre de 2025, 27% do crude e 20% do LNG atravessaram esta rota estratégica, tendo a Ásia como principal destino, com destaque para a China e a Índia. A Europa representa 4% do petróleo e 13% do gás natural que atravessa Ormuz.

O Estreito de Ormuz situa-se entre o Irão e Omã, liga o Golfo Pérsico ao Golfo de Omã, e tem apenas 33 quilómetros de largura no ponto mais estreito, mas o que lá acontece afeta a vida de grande parte da população mundial e prova disso é a escalada nos preços dos combustíveis dos últimos dias. 

Mais de um quinto do comércio mundial de petróleo (crude) e gás natural liquefeito (LNG) passa pelo Estreito de Ormuz, um dos pontos mais estratégicos e sensíveis do sistema energético global.

Esta estreita via marítima, que liga o Golfo Pérsico ao Golfo de Omã, é fundamental para o escoamento da produção dos principais países exportadores do Médio Oriente.

No primeiro trimestre de 2025, cerca de 27% do comércio mundial de petróleo (crude) e 20% do comércio global de LNG atravessaram este corredor marítimo. Estes números evidenciam a forte dependência da economia mundial de um único ponto de passagem, cuja estabilidade é determinante para os preços da energia e para a segurança energética internacional.

A Ásia surge como principal destino destes fluxos energéticos. No caso do petróleo, a China absorve 38% das exportações que passam pelo estreito, seguida da Índia (15%), da Coreia do Sul (12%) e do Japão (11%). AEuropa representa apenas 4% destas exportações. Já no gás natural liquefeito, a China volta a liderar com 23%, seguida da Índia (19%), da Europa (13%), de Taiwan (10%) e da Coreia do Sul (9%).

Estes dados mostram não só o peso estrutural do Estreito de Ormuz no comércio energético mundial, mas também a elevada concentração geográfica da procura, sobretudo nas economias asiáticas. Qualquer perturbação nesta passagem marítima pode ter impactos imediatos nos mercados globais de energia, nos preços internacionais e na estabilidade económica de várias regiões.

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