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2026-02-10

Por +Factos

Evolução da posição de Portugal no "Índice de Perceção da Corrupção", entre 2015 e 2025

Portugal tem registado uma queda significativa no Índice de Perceção da Corrupção da Transparência Internacional ao longo da última década. Ocupava o 28.º lugar em 2015 mas foi descendo gradualmente na classificação, com uma quebra mais acentuada a partir de 2024. Em 2025, Portugal surge no 46.º lugar, uma das piores classificações entre os países da Europa Ocidental.

Ao longo da última década, Portugal tem vindo a perder posições no "Índice de Perceção da Corrupção", da Transparência Internacional, registando uma deterioração consistente da sua classificação relativa.

Em 2015, Portugal ocupava o 28.º lugar entre os 168 países que faziam parte do índice. Nos anos seguintes, a trajetória foi de estagnação e ligeiro declínio, oscilando entre as posições 29.ª e 30.ª, até 2019. A partir de 2020, a tendência agravou-se: Portugal caiu para o 33.º lugar, recuperou pontualmente para o 32.º, mas voltou a descer nos anos seguintes. Em 2024 e 2025, a quebra foi particularmente acentuada, com Portugal a cair para o 46.º lugar (em 180 países), um dos piores desempenhos da Europa Ocidental.

Relativamente aos resultados de 2025, a Transparência Internacional refere que “subsistem fragilidades de natureza estrutural no sistema nacional de prevenção e controlo da corrupção. A ausência de progressos consistentes na aplicação das medidas já previstas, bem como a necessidade de reforçar a capacidade institucional para prevenir, monitorizar e responder a riscos de integridade, continuam a refletir‑se na avaliação internacional do país.” Acrescenta que, “embora tenham sido dados passos relevantes no plano legislativo ao longo dos últimos anos, a perceção internacional indica que a implementação das políticas anticorrupção e os mecanismos de acompanhamento e fiscalização permanecem insuficientemente consolidados. Este enquadramento é agravado pelo facto de, neste momento, não existir uma Estratégia Nacional Anticorrupção em vigor, o que limita a existência de um quadro estruturado e coordenado de prioridades, metas e instrumentos de execução.”

A liderar o índice mantém-se a Dinamarca, acompanhada pela Finlândia e por Singapura, no pódio.

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