

2025-11-15
Por +Factos
A diminuição da poluição do ar (PM2.5) é um sucesso ambiental recente: 86% dos países com dados disponíveis registaram uma redução da concentração de partículas finas entre 2019 e 2024. Este progresso, impulsionado por políticas ambientais e investimentos em tecnologias mais limpas, inclui países com altos níveis de poluição, como a China e a Índia. Portugal ocupa a 13.ª posição entre os países menos poluídos, mas a poluição do ar continua a ser uma causa de milhares de mortes prematuras anualmente em todo o mundo.
A diminuição da poluição do ar tem sido uma das histórias de sucesso ambiental dos últimos anos.
Graças a políticas ambientais, como os "tetos nacionais" para as emissões de gases com efeito de estufa, e a investimentos em tecnologias mais limpas para a indústria e transportes, as concentrações médias de poluentes atmosféricos críticos, como o dióxido de azoto (NO2) e as partículas finas (PM2.5), têm vindo a cair consistentemente.
De acordo com dados da plataforma IQAir, entre os países com dados disponíveis para a média anual de concentração de PM2.5, em 2019 e 2024, houve uma redução da concentração das partículas finas em 86% dos casos, nesse período. Apenas em 13, dos 93 países analisados, houve um aumento da concentração média de PM2.5.
Destacam-se pela positiva países como a China ou a Índia, amplamente conhecidos pela sua elevada poluição atmosférica. Portugal também foi um dos países que reduziu a concentração de PM2.5 entre 2019 e 2024, sendo atualmente o 13.º menos poluído, numa lista liderada pelas Bahamas.
No entanto, apesar das melhorias significativas, a poluição do ar continua a ser um grave problema de saúde pública, contribuindo para milhares de mortes prematuras anualmente.
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